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30/08/16

Protestos contra governo interino de Temer bloqueiam vias de SP

G1
Manifestantes interditam Marginal Tietê (Foto: Reprodução/TV Globo)

Integrantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) ocuparam vias da capital paulista em protesto contra o governo interino de Michel Temer e contra cortes em programas sociais na manhã desta terça-feira (30).
Às 6h50, o grupo interditava totalmente a Marginal Tietê no sentido Rodovia Ayrton Senna. Os manifestantes atearam fogo em pneus nas três pistas, expressa, local e central, na altura da Ponte da Casa Verde.
Às 7h, a Ponte Eusébio Matoso foi interditada por manifestantes no sentido Centro. Um caminhão deixou pneus na via e os manifestantes atearam fogo.
A Marginal Pinheiros na altura da Ponte Transamérica também foi bloqueada por volta das 7h. Há uma barricada com pneus pegando fogo.
A Rodovia Régis Bitteencourt também foi bloqueada na altura do km 272 no sentido da capital paulista. 
Mais cedo, a Avenida Nove de Julho foi bloqueada na altura do Vale do Anhangabaú. O grupo também ateou fogo em pedaços de madeira.
Protesto interdita Marginal Pinheiros (Foto: Reprodução/TV Globo)Protesto interdita Marginal Pinheiros (Foto: Reprodução/TV Globo)
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Marginal Pinheiros está parcialmente bloqueada na altura da Ponte Transamérica por um protesto na manhã desta terça-feira (30) (Foto: Reprodução/TV Globo)Marginal Pinheiros está parcialmente bloqueada na altura da Ponte Transamérica por um protesto na manhã desta terça-feira (30) (Foto: Reprodução/TV Globo)
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Raio mata mais de 300 renas na Noruega



Mais de 300 renas morreram na Noruega, atingidas por um raio, informaram nesta segunda-feira as autoridades.
As 323 renas foram encontradas mortas na sexta-feira por um guarda-florestal em Hardangervidda, um parque nacional onde 10 mil renas vivem em liberdade.
Imagens exibidas na televisão mostram os animais mortos, concentrados em um espaço limitado.
"Aconteceu uma tempestade muito forte na sexta-feira na região. Os animais se reúnem quando o tempo fica ruim e estes foram atingidos por um raio", afirmou à AFP Kjartan Knutsen, funcionário da Direção Norueguesa de Meio Ambiente.
"É algo incomum. Nunca antes havíamos visto algo similar em uma escala tão grande", completou.
 Uol Noticias

Em 40 anos, a população idosa vai triplicar no Brasil e passará de 19,6 milhões (10% da população), em 2010, para 66,5 milhões de pessoas, em 2050

idosos-felizes

Em 40 anos, a população idosa vai triplicar no Brasil e passará de 19,6 milhões (10% da população), em 2010, para 66,5 milhões de pessoas, em 2050 (29,3%). É o que aponta publicação lançada ontem pelo IBGE. As estimativas são de que a “virada” no perfil da população acontecerá em 2030, quando o número absoluto e o porcentual de brasileiros com 60 anos ou mais de idade vão ultrapassar o de crianças de 0 a 14.

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MANGANDO

Senado retoma julgamento de Dilma com debates entre defesa e acusação

Brasília - A presidenta afastada, Dilma Rousseff, faz sua defesa durante sessão de julgamento do impeachment no Senado (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

Os senadores retomam hoje (30) os trabalhos do julgamento do impeachment da presidenta afastada Dilma Rousseff. Às 10h começam os debates entre acusação e defesa. Os advogados Janaína Paschoal e José Eduardo Cardozo, respectivamente, terão uma hora e meia cada para fazer suas alegações e depois mais uma hora para réplica e uma hora para tréplica. Os debates podem, portanto, durar até cinco horas.

O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Ricardo Lewandowski, que conduz o julgamento, tem concedido intervalos de uma hora para almoço e uma hora para jantar e outros que variam de 30 minutos a uma hora, a depender do ritmo dos trabalhos.
Em seguida, será iniciada a discussão dos senadores. Cada um terá direito a falar por dez minutos, que não podem ser prorrogados e não há direito a aparte. Até a noite dessa segunda-feira (29), 53 senadores já estavam inscritos para falar, mas outros podem requisitar o direito ao debate até o último minuto. O primeiro será o senador Gladson Cameli (PP-AC). A previsão é de que essa fase do julgamento dure cerca de nove horas, podendo se estender se mais senadores se inscreverem.
Depois das discussões entre os parlamentares, finalmente será a vez de Lewandowski fazer a seguinte pergunta aos senadores: “Cometeu a acusada, a senhora presidenta da República, Dilma Vanna Rousseff, os crimes de responsabilidade correspondentes à tomada de empréstimos na instituição financeira controlada pela União e à abertura de créditos sem autorização do Congresso Nacional, que lhes são imputados, e deve ser condenada à perda do seu cargo, ficando, em consequência, inabilitada para o exercício de qualquer função pública pelo prazo oito anos?".
Será aberto espaço para encaminhamento de dois senadores favoráveis e dois contrários aoimpeachment, com cinco minutos de fala para cada um. Após esse encaminhamento, o presidente da sessão abrirá o painel e os senadores serão convidados a votar. O voto é nominal e aberto, computado pelo painel eletrônico, onde o resultado final será divulgado.

Agencia Brasil

29/08/16

DILMA RUSSEF ENTRA NO SENADO FEDERAL.



A Presidente Dilma entra no Senado Federal ouvindo os gritos a guerreira a guerreira

Agencia dos Correios é atacada por bando em Sitio Novo Região do Trairi

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Por volta das 02h desta segunda-feira (29), uma quadrilha fortemente armada invadiu a cidade de Sítio Novo/RN, quando arrombou a agência dos Correios e fugiu levando o cofre.
Cerca de seis criminosos usaram uma Hillux branca e uma Saveiro da prata na ação. Vários disparos foram efetuados deixando a população em pânico, além  de grampos que foram espalhados na RN- 093n que dá acesso ao município.

Vamos tratar Dilma com respeito, mas não aceitaremos provocações, diz Agripino

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O presidente nacional do Democratas, José Agripino (RN), disse que na sessão do impeachment desta segunda-feira (29), que ouvirá a presidente afastada Dilma Rousseff, a base do governo irá tratar a petista com o respeito que ela merece, mas que não aceitará provocações por parte do PT e aliados. “Vamos tratar a presidente afastada com todo respeito que ela merece como pessoa e como presidente, mas não vamos aceitar provocações. Se existirem, serão respondidas à altura”, destacou o parlamentar pelo Rio Grande do Norte. “De nossa parte não será praticada nenhuma beligerância, mas, repito, não aceitaremos provocações para tentarem criar fatos novos”, continuou o presidente nacional do DEM.
Ao contrário da presidente afastada, que levará ao Senado uma comitiva de 35 pessoas, José Agripino disse que a base do governo não pretende levar convidados específicos. “Não temos lista de convidados. Se pessoas quiserem vir para ocupar, entre os 35, essa posição, serão muito bem-vindas. Quem tem a preocupação de trazer convidados é a presidente Dilma. A preocupação que temos é a que todos os senadores estejam presentes, possam formular perguntas respeitosas e que a sessão ocorra em normalidade”, concluiu.

Robison Pires

IFRN publica edital com 60 vagas para Curso de Aperfeiçoamento para Professores dos Municípios do RN

Começam segunda-feira (29) as inscrições para o Curso de Aperfeiçoamento para Professores dos Municípios do Rio Grande do Norte (CAPROM).
As inscrições, que duram até o dia 11 de setembro, devem ser realizadas através do Portal do Candidato. 60 vagas estão sendo ofertadas, distribuídas igualmente entre os polos Natal, São Gonçalo do Amarante e São Paulo do Potengi. A classificação para preenchimento das vagas dará por meio de processo da ordenação crescente do número da inscrição dos candidatos regularmente inscritos.
O resultado será divulgado no dia 13 de setembro. Os aprovadores deverão realizar suas matrículas entre os dias 15 e 16, nos horários estabelecidos no Anexo I do edital. As chamadas para o preenchimento das vagas remanescentes, quando houver, serão efetuadas até três dias úteis após a publicação do resultado.

Dilma faz hoje sua defesa no plenário do Senado

A presidenta afastada Dilma Rousseff vai hoje (29) ao Senado se defender das acusações de ter cometido crime de responsabilidade em 2015. Ela responde ao processo de impeachment, sob a alegação de ter editado em 2015 decretos de crédito suplementar sem autorização do Congresso e também de usar dinheiro de bancos federais em programas do Tesouro [as chamadas pedaladas fiscais]. A petista foi afastada da presidência da República pelo Senado há mais de 100 dias.
Na última semana, o Senado ouviu os depoimentos das testemunhas de defesa e de acusação na quinta (25), sexta (26) e sábado (27). Dilma começa a falar às 9h. Inicialmente, terá 30 minutos para a apresentação, mas esse tempo poderá ser prorrogado por mais 30 minutos. A critério do presidente do Supremo Tribunal Federal,

25/08/16

Na véspera do julgamento pelo Senado, Dilma diz que há um golpe em andamento

Brasília - A presidente afastada Dilma Rousseff participa de Ato da Frente Brasil Popular (Wilson Dias/Agência Brasil)

Na véspera do início do seu julgamento por crime de responsabilidade pelo Senado Federal, nesta quinta-feira (25) às 9h, a presidenta afastada Dilma Rousseff discursou paraum teatro lotado, no Sindicato dos Bancários de Brasília, na noite desta quarta-feira (24), e repetiu que há um golpe em andamento no Brasil e que ela está sendo punida mesmo sem ter cometido crimes: “Estão me condenando por algo fantástico, um não crime. Eu não cometi crime.”
Dilma disse que, ao analisar e refletir sobre os motivos que levaram a esse processo de impeachment, concluiu que é o resultado de quatro derrotas sistemáticas da oposição nas quatro últimas eleições presidenciais: “Na quarta, entornou o caldo para eles, quando eu fui reeleita”. A partir daí, segundo ela, teve início a tentativa de impor ao país uma eleição indireta, feita pelo Congresso Nacional. “É disso que se trata. Na eleição direta, milhões discutiram o programa. Na indireta, só 81 discutem o programa. É isso que foi feito no nosso país e não podemos concordar”, afirmou.
Dilma argumentou que novas eleições são a única maneira de combater a “ruptura democrática” que está em curso no país: “Vai ser necessária uma eleição para recompor todas as instâncias democráticas de nosso país. É impossível não ver criticamente uma coisa: estão tentando substituir um colégio eleitoral de 110 milhões de pessoas, os brasileiros que votam, por um colégio de 81 senadores”, disse.
A presidenta afastada destacou que, a cada eleição presidencial, os brasileiros discutem as principais pautas que o país tem que enfrentar e que foi com base nessa discussão “que atinge todos os recantos”, que ela foi eleita democraticamente em 2014.
Dilma disse que “sem sombra de dúvida” é possível concluir que os votos que recebeu foram a favor da política de valorização do salário mínimo, de programas sociais como o Prouni, o Fies e outros de inclusão baseada em cotas, pelo modelo de partilha do pré-sal, a favor do Bolsa Família, do Mais Médicos e de outras políticas sociais, projeto diferente do defendido pelo presidente interino Michel Temer.

Dilma também destacou que o grupo que está no poder tem anunciado a adoção de medidas impopulares, que não foram aprovadas nas urnas. Sobre as críticas recebidas por ter apresentado sua defesa no Congresso e no Supremo, apesar de sustentar que o processo é um golpe, Dilma disse que continua respeitando as instituições democráticas: “Nós respeitamos as instituições, não os golpistas – é diferente – e temos que saber viver em um regime democrático e temos usados todos os instrumentos para resgatara democracia no país”.
“Votamos contra as políticas tradicionais que estamos vendo que, primeiro sorrateiramente e depois, de forma descarada, tomaram conta do debate político no nosso país e agora se apresentam como solução para os problemas do país.” Como exemplo, citou a PEC 241, que pretende congelar os gastos da educação e da saúde em termos reais por vinte anos, o que, segundo ela, significa a redução do gasto em educação e da saúde e que vai comprometer a qualidade dos serviços.
Em sua fala, a presidenta afastada argumentou que a democracia no Brasil “não caiu do céu e não surgiu do nada” e lembrou que nesta quarta-feira (24) faz 62 anos que o suicídio do presidente Getúlio Vargas, segundo ela, impediu uma ruptura democrática no país. Segundo Dilma, Vargas suicidou-se porque “queria preservar a democracia no nosso país e sabia que ela estava em risco naquele momento. E ele adiou o golpe por muito tempo”, avalia. “Hoje, eu não tenho de renunciar nem me suicidar, não tenho que fugir pro Uruguai, é outro momento histórico”, afirmou.
Dilma fechou o discurso dizendo que na vida “a gente sempre tem que lutar” e que esse processo de impeachment mostrou para ela que não existe democracia garantida: “Eu achei, em determinado momento da minha vida, que nunca mais eu ia ver processos arbitrários, que eu nunca mais ia ver rupturas democráticas e golpes de estado, e estou vivendo um de forma bastante intensa”. Segundo Dilma, da mesma forma que lutou contra a ditadura militar, vai continuar lutando para aprofundar a democracia no Brasil.
O Ato em Defesa da Democracia foi convocado pela Frente Brasil Popular e reuniu representantes de movimentos sociais e centrais sindicais, além dos ex-ministros de Dilma, Eleonora Menicucci, Míriam Belchior, Jaques Wagner, Patrus Ananias e Miguel Rosseto.
Julgamento
Para que Dilma seja afastada em definitivo do mandato de presidenta da República, são necessários dois terços dos votos, ou seja, no mínimo 54 dos 81 senadores. Neste caso, Dilma fica inelegível por oito anos e o vice-presidente Michel Temer, atual presidente interino, assume definitivamente o cargo de presidente, para completar o mandato até 2018. Se o mínimo necessário para o impeachment não for alcançado, a presidenta retoma o mandato e o processo no Senado é arquivado.

Agencia Brasil

Senado começa a julgar hoje processo de impeachment de Dilma

Brasília - Plenário do Senado antes do inicio da Ordem do dia (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

O julgamento do processo de impeachment da presidenta afastada Dilma Rousseff começa hoje (25) às 9h com o depoimento de testemunhas. Serão ouvidas inicialmente as duas testemunhas arroladas pela acusação: o procurador do Ministério Público no Tribunal de Contas da União (TCU),  Júlio Marcelo de Oliveira, e o auditor do TCU Antônio Carlos Costa D'Ávila.
Em seguida, a previsão é de que sejam ouvidas duas das seis testemunhas arroladas pela defesa. Os advogados de Dilma Rousseff convocaram o ex-ministro da Fazenda Nelson Barbosa, o economista Luiz Gonzaga Belluzzo, a ex-secretária de Orçamento Federal Esther Dweck, o ex-secretário executivo do Ministério da Educação Luiz Cláudio Costa, o professor de direito da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) Ricardo Lodi Ribeiro e o professor de direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Geraldo Prado.
Amanhã (26) deverão ser ouvidas as quatro últimas testemunhas. Se não houver tempo de ouvir as quatro primeiras até a noite de hoje, os depoimentos de uma parte delas podem ser transferidos para esta sexta, fazendo com que a primeira fase do julgamento seja concluída somente no fim de semana.

Na segunda-feira (29),  às 9h, começará o depoimento da presidenta afastada Dilma Rousseff. Ela poderá falar livremente por 30 minutos e depois ficará à disposição para responder às perguntas dos senadores.
Os senadores poderão fazer perguntas à vontade, mas os líderes da base aliada do presidente interino Michel Temer já orientaram os demais parlamentares a evitar perguntas repetidas e a dar preferência para as lideranças partidárias, de modo a tentar agilizar os depoimentos.
Após o depoimento de Dilma, começará o debate entre a defesa e a acusação.  Os advogados da acusação começarão falando por uma hora e 30 minutos. Depois será a vez de a defesa falar por igual período. Pode haver ainda réplica e tréplica de uma hora cada.
Na terça-feira (30), os senadores devem começar a discutir se Dilma praticou crime de responsabilidade. Cada um dos inscritos terá 10 minutos para falar, sem direito a prorrogação.
Ao final, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, questionará os parlamentares se eles consideram que a presidenta afastada cometeu crime de responsabilidade por editar decretos de suplementação orçamentária e por tomar empréstimo de instituição comandada pela União. Dois senadores favoráveis e dois contrários farão encaminhamentos por cinco minutos cada e o painel será aberto para a votação.
A votação será aberta e nominal. A expectativa é de que o resultado seja divulgado na noite de terça, mas o julgamento pode se prolongar até quarta -feira.

Agencia Brasil
 
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